A carta inclui sopas, mariscos e especialidades de barbecue chinês, mas também novas receitas pensadas por Ku Yan, chef de origem malaia. Para comer ali, levar para o jardim ou pedir em casa. Vive ao sabor das micro estações, inspira-se na tradição e nas referências identitárias da gastronomia nacional, mas subverte e eleva-as a um outro nível conceptual (…). Casa de comida italiana autêntica, sem floreados e pouco convencional para os nossos hábitos, o Libertà tem ao leme Silvio Armanni, chef da região de Bérgamo com passagem por vários Michelin (o último em Hong Kong). Com sabores pouco domesticados, a carta inclui noodles caseiros, guo tie bem tostados, espetadas temperadas com cominhos e malagueta, pratos de caçarola e sopas substantivas. O Kuwazi funciona na cave de um velho centro comercial – e isso já é uma descoberta.
O destaque, ainda assim, vai para a parede do fundo da sala que, bem colorida, está pintada de animais, plantas e folhas verdes, e formas e elementos que remetem para a restante decoração. A refeição termina com sobremesas caseiras, como o pudim de côco, servidas em loiça Vista Alegre. Os clientes escolhem um copo, servem-se do açaí e escolhem os toppings que quiserem, entre granola, coco ralado, bolacha, leite condensado ou mel. Uma das sobremesas disponíveis é o açaí, que tem uma estação de self-service. Nas sobremesas, há gelado frito de doce de ovos com canela e tigelada com creme mascarpone e doce de ovos.
Embora não entrem aqui produtos de origem animal, reinam os melhores sabores mexicanos. Já nos dias de cozido à portuguesa, quarta-feira e sábado, o melhor é chegar cedo porque são especialmente concorridos. Na altura certa, é um dos melhores restaurantes da cidade para comer lampreia, vinda precisamente do Alto Minho.
Qual é o número de telefone da Restaurante Cruzeiro de Fiães?
Tem dois à escolha, um de sete e outro de dez momentos, que vão mudando entre estações. O chef saiu de Chaves há já uns bons anos, mas nunca esquece as raízes. Percebes, amêijoas, camarão, sapateiras, navalheiras, santolas, lagostas… O arroz de marisco é um ex libris da casa e a dose para dois serve três à vontade (daí também o sucesso).
Entre as opções há tomate, mole, manjericão; chicharro, ajo blanco; escabeche de perdiz; dourada grelhada com tomatada de mexilhão e batata doce; pica-pau; ou cachaço de porco confitado com guisado de feijão maduro. Nas entradas, há amêijoas à Bulhão Pato ou gambinhas ao alho. Ainda mais quando se apresentam com clássicos da nossa gastronomia, sem nomes de peso na cozinha. Com criatividade, detalhe e consistência, a chef argentina Romina Bertolini eleva a fasquia com pratos como o arroz de couves tostado, tosta de curgete e anchovas, cabeça de xara com picles ou suas cobiçadas empanadas. O menu segue o estilo omakase, por isso, é o chef que escolhe as proteínas que quer apresentar, o que muda com frequência e consoante as estações.
Portugal: Destinos em destaque
Oferecemos catering ,decoração, animação,espaço único Espaços e capacidadeZip Zip Ilha Rest Caffe é o tipo de espaço capaz de conquistar os seus clientes na primeira visita. É uma felicidade estar apaixonado por uma mulher que me ensina todos os dias a amar e a descobrir o melhor da vida 👫❤️ #20dalau Informamos os nossos estimados clientes e amigos que no próximo domingo, dia 15 de Abril, por motivos pessoais, estaremos encerrados a partir das 15h. Com um ambiente acolhedor, familiar, e moderno, no 360 Restaurante, terá uma excelente experiência gastronómica.
Não é possível falar da gastronomia japonesa em Portugal sem referir Paulo Morais, decano da cozinha oriental. António Bóia, chef executivo do Amorim Luxury Group, é um zelador da cozinha tradicional, ainda assim acrescentando à carta propostas internacionais. Entre as músicas de Dr. Dre, Snoop Dogg ou Missy Elliot ouve-se “Sim, chef! Dependendo dos dias, há bacalhau à minhota, chanfana, cozido à portuguesa ou cabrito. Pode ser o brioche feito em casa pelo menos duas vezes por dia e que chega à mesa ligeiramente torrado, pode ser a carne certificada Black Angus, ou até as batatas impecavelmente fritas, com alho e alecrim. Por mais hambúrgueres que possamos comer, há algo que continua a distinguir os exemplares deste restaurante colado à Gulbenkian (e também no Time Out Market e em Santa Apolónia).
- A repetir quando surgir a vontade de comer outra francesinha.
- Se quiser experimentar um cocktail, o bar, O’Mast, oferece sofisticadas bebidas com propostas de autor e snacks ligeiros, ideal para clientes locais e hóspedes.
- De pratos principais, vão ser servidos frango Dum Nilgiri, camarão selvagem de Madagascar grelhado, costeleta de borrego grelhada e pulao de cominho torrado e ervilhas verdes.No final, para adoçar um pouco mais este dia festivo, a sobremesa vai ser pudim de pão e manteiga embebido em rum Old Munk.
- No piso inferior, a experiência prolonga-se pela noite dentro no Nox, um clube de dança dedicado à música electrónica.
Uma vista exelente, ótimo pra tomar um lanche admirando o por do sol. Se você está em Portugal, você tem que comer bacalhau. Acesso por 30 dias online com possibilidade de Download em PDF e fiães Excel ® Preparamos tudo para você e seus convidados desfrutarem de uma gastronomia requintada e um bom vinho.Para quem nos visita, o único trabalho é o de escolher um prato! Talvez não seja a escolha mais óbvia na altura de decidir onde reservar mesa, porém poderá sair surpreendido – nem boas esplanadas faltam por aqui. Não é dos maiores bairros da cidade, mas nem por isso faltam opções para comer.
Presença dominante tanto na cozinha como na sala, a Tia Alice, natural da ilha cabo-verdiana de São Vicente, é uma daquelas figuras que faz a casa. Do Wagyu “floco de neve” à entranha Black Angus, passando por cortes de porco, cordeiro e marisco, o menu é uma aula carnívora. Aqui, a carne é finalizada na chapa gogi-gu-i à mesa, mas a selecção e a preparação fazem a diferença. Tudo foi pensado ao pormenor – e isso também se sente no preço, que corresponde ao “segmento médio-alto” que o chef quer conquistar no Chiado. Este último, à noite, transforma-se no After Dark, um izakaya com o chef Matheus Simões Martins ao comando. A cozinha é internacional, mas não faltam influências portuguesas, vindas do lado materno da chef, que detém o restaurante com o irmão e a cunhada, Alexis e Agnes.
Para terminar, a carta de sobremesas inclui, por exemplo, o Religieuse de pistáchio, que promete ser a forma ideal para acabar 2024. O deCastro Gaia, com uma vista privilegiada sobre o rio Douro, vai contar com um menu especial que promete fazer a fusão perfeita de uma harmonização dos vinhos DOC Douro com os sabores da cozinha portuguesa. Já para as sobremesas, o Tapisco dá a conhecer o seu gaspacho de maçã e hortelã, cogumelos crocantes e sorbet de pastinaca, assim como a famosa “Ensaimada” cabell d´àngel, uma abóbora com gelado de vinho do Porto.
Projecto do grupo Visabeira, o Gare ocupa a antiga Gare Marítima de Alcântara, revelando uma esplanada Terrazza Martini e uma sala envidraçada de frente para a Ponte 25 de Abril. Se quiser experimentar um cocktail, o bar, O’Mast, oferece sofisticadas bebidas com propostas de autor e snacks ligeiros, ideal para clientes locais e hóspedes. O antigo restaurante deu lugar ao ELEMENT6, capitaneado pelo chef Sebastian Fritye, cujo conceito gira em torno do fogo, do carvão e da precisão técnica da grelha, destacando desde pratos de peixe fresco à carne Wagyu. Na comida, há sopas, saladas e wraps, taças de iogurte com granola e papas de aveia para o pequeno, sem esquecer as empanadas, a tarte de coco e doce de leite e, claro, os alfajores argentinos. Disponível à carta ou em dois menus degustação (um dos quais vegetariano), a experiência materializa-se em propostas como o pão de queijo com caviar e os dadinhos de tapioca. A ligação entre arte e gastronomia dita as regras do Cícero, restaurante que começou em Campo de Ourique e se mudou em 2025 para o Chiado.